jump over navigation bar
Embassy SealDepartamento de Estado dos EUA
Maputo. Mozambique - Embaixada dos Estados Unidos - Home flag graphic
Noticias da Embaixada
 
  Biografia do Encarregado de Negócios Todd Chapman Horario de Funcionamento Secções/ Departamentos Eleições nos EUA elections2008_25 Relatório dos Direitos Humanos - 2008 Fundo do Embaixador Americano para Preservação Cultural - 2008 Discurso do Presidente Barack "Um Novo Começo" na Universidade do Cairo, Egipto, 4 de Junho de 2009 Discurso do Presidente Barack Obama por Ocasião do 4 de Julho Discurso do Presidente Barack Obama ao Parlamento Ganês. Acra, Gana. Viagem a Africa da Secretária de Estado Hillary Rodham Clinton Secretário de Estado Assistente para os Assunto Africanos Johnie Carson fala sobre a Proxima Viagem da Secretária Clinton a Af Mensagem Presidencial sobre o Ramadão Redes Sociais Unem Activistas Africanos Discurso Secretária de Estado Hillary Rodham Clinton Na Sétima Cimeira Empresarial Bienal EUA-África

Elections 2008

Presidência de Obama Traria Nova Dimensão a Política Africana
Especialista em África, Howard Wolpe, discute futuras relações EUA-África


Por Charles W. Corey
Redactor

Washington – Eleger Barack Obama próximo presidente dos Estados Unidos traria uma nova dimensão à política externa americana, particularmente com relação a África, segundo Howard Wolpe, director do programa África e do Projecto de Liderança e Reforço de Capacidade do Estado no Centro Woodrow Wilson em Washington.

“A ascendência de Obama à presidência terá um enorme impacto político simbólico no continente africano”, disse Wolpe a America.gov. “O facto de uma pessoa de raça africana poder ser presidente dos Estados Unidos vai aumentar substancialmente a nossa estatura moral e permitir-nos, julgo eu, ter muito mais influência nas nossas relações com países africanos”.

Wolpe, um antigo membro da Câmara dos Representantes dos EUA e um especialista em política africana, presidiu o Subcomité da Câmara para África em 10 dos seus 14 anos no Congresso. Foi também enviado especial do Presidente Clinton à região dos Grandes Lagos em África. Recentemente comunicou as suas opiniões a America.gov sobre o que significaria uma administração Obama para África, com o preâmbulo de que estas são as suas opiniões pessoais como africanista e que não estava a falar em nome do Wilson Center.

Numa conversa à parte, America.gov perguntou ao antigo Secretário Assistente para os Assuntos Africanos Herman Cohen o que significaria para África uma presidência de John McCain.

Os africanos estão muito entusiasmados com as eleições presidenciais americanas, disse Wolpe, e estão a seguir de perto esta corrida como se fossem as suas próprias eleições. Uma presidência de Obama “facilitará muito a diplomacia necessária para tentar fazer algum progresso na região de Darfur no Sudão ou na situação política no Zimbabué”.

A longo prazo, disse Wolpe, o principal desafio com que a África é confrontada é a construção de estados coesos. Uma administração Obama dedicar-se-ia particularmente a ajudar os africanos a procurar um entendimento e eliminar o conflito no continente, previu ele. “Se não se conseguir resolver a questão, as perspectivas de desenvolvimento económico sustentável a longo prazo ficarão constantemente comprometidas”, disse ele.
Obama tem “uma sensibilidade geral sobre a natureza dos desafios económicos, sociais e políticos que o chamado Terceiro Mundo está a enfrentar, não só a África mas a Ásia e a América Latina. Ele demonstrou… uma percepção muito mais profunda do tipo de questões que devem ser tratadas do que muitos dos nossos líderes nacionais tiveram no passado”.
Além disso, a ascendência africana de Obama (o pai era do Quénia) aumenta a sua sensibilidade cultural e a sua compreensão dos desafios que os países em desenvolvimento enfrentam, segundo Wolpe.

APROVEITAR AS REALIZAÇÕES DE ADMINISTRAÇÕES ANTERIORES

Wolpe considerou que a administração Bush fez grandes progressos em África. “Por muito que eu e outros tenhamos discordado com muitas facetas da administração Bush, houve mais continuidade do que descontinuidade das políticas e iniciativa africanas da anterior administração Clinton”. A ajuda aumentou através de programas como a Corporação para o Desafio do Milénio e a Iniciativa do Presidente para Ajuda à SIDA (PEPFAR).

“Isso”, disse ele, “reflecte que a África já não é alvo duma guerra partidária”, como aconteceu durante a Guerra Fria. Agora existe um amplo consenso bipartidário no Congresso em apoio a mais relações comerciais, ao perigo de estados falhados e à necessidade de tratar de ameaças significativas à saúde e preocupações com os direitos humanos, que ainda persistem, disse ele.

“Isso é bom porque é uma maior base bipartidária para continuar uma política muito mais informada e, diria eu, eficaz com relação a África.

A resolução de conflitos é uma área que ainda precisa de ser trabalhada, disse ele, e podia receber uma atenção especial de Obama.

Segundo Wolpe, uma administração Obama incidiria em três temas chave para África:

• Acelerar a integração de África na economia mundial. Wolpe disse que a abertura dos mercados através da Lei para o Crescimento e a Oportunidade de África (AGOA) é apenas metade do problema. “A outra metade da equação é reforçar a capacidade em África para que os estados e as economias africanas possam aproveitar estes novos mercados. Este é um desafio fundamental agora”.

• Melhorar a paz e a segurança dos países africanos. “O desafio em África é que estas são sociedades divididas. O desafio em África não é ajudar as pessoas a competir bem… O desafio é construir capacidade colaborativa e não competitiva. Isso exige uma abordagem diferente da nossa diplomacia e novas técnicas para unir os líderes e ajudar a construir as suas próprias relações, ajudá-los a ultrapassar essa mentalidade de conflito”.

• Reforçar as relações para aprofundar a democracia e a responsabilidade e reduzir o conflito. “No passado houve uma tendência no Ocidente para romancear a sociedade civil como “os bons” e o contraponto ao poder do governo. Assim, o modelo que tivemos é o reforço da sociedade civil para manter os governos honestos”.

Para mais informação sobre as posições de Obama em matéria de política externa, ver “Candidatos sobre Questões” em America.gov.


 

alto da página ^

Pagina de ferramentas:

Printer_icon.gif Imprimir



 

    Esta pagina foi desenvolvida e e mantida pelo Departamento de Estado dos EUA.
    links para documentos que se encontrem em outros sites não devem ser interpretados como um endosso dos pontos de vista e politicas de privacidade neles contidos.


Embaixada dos Estados Unidos