DEPARTAMENTO DE ESTADO DOS EUA
Gabinete do Porta-Voz
Secretário de Estado Assistente para os Assuntos Africanos Johnnie Carson
Sobre a Próxima Viagem da Secretária Clinton a África
20 de Julho de 2009
Washington, D.C.
SR. WOOD: Okay. Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos. Hoje, temos os Secretário Assistente para os Assuntos Africano, o Embaixador Johnnie Carson. Ele vai falar-vos acerca da próxima viagem da Secretária Clinton a África. O Secretário Assistente vai fazer alguns breves comentários e depois responder às vossa perguntas. Mas antes de responder à vossa perguntas, agradecia que se identificassem e à organização noticiosa a que pertencem. Agora dou a palavra ao Embaixador Carson,
EMBAIXADOR CARSON: Robert, muito obrigado. É um prazer estar aqui convosco esta tarde para vos falar um pouco sobre a próxima viagem da Secretária Clinton a África. A Secretária de Estado Clinton irá ao Quénia, à África do Sul, Angola, República Democrática do Congo, Nigéria, Libéria e Cabo Verde, a partir de 4 de Agosto, regressando aos Estados Unidos a 14 de Agosto. A viagem começará com o Fórum EUA-África Subsariana de Comércio e Cooperação Económica, conhecido principalmente como Fórum AGOA, em Nairobi, Quénia, onde ela fará um discurso na cerimónia ministerial de abertura do fórum a 5 de Agosto.
A viagem da Secretária acontece apenas três semanas depois da viagem bem sucedida do Presidente Obama a Accra, Gana, e realçará e sublinhará o empenhamento da Administração Obama em fazer de África uma prioridade da política externa americana. Esta é a viagem a África feita mais cedo por uma Secretária de Estado e por um Presidente do que em qualquer administração anterior.
A Secretária sublinhará o compromisso da América de fazer parcerias com governos, sector privado, organizações não governamentais e cidadãos privados para edificar sociedades em que cada indivíduo consiga alcançar todo o seu potencial. A viagem da Secretária segue os temas abordados pelo Presidente Obama durante a sua visita ao Gana: apoiar governos fortes e democráticos, promover o desenvolvimento económico sustentável, reforçar a saúde pública e a educação, apoiar na prevenção, no processo e na resolução de conflitos em África.
Os Estados Unidos querem fazer parcerias com líderes africanos para fazer avançar a visão do Presidente, que é também uma visão partilhada por muitos líderes africanos.
A Secretária Clinton realçará também a importância de facilitar o empreendedorismo social e económico, incentivando uma nova geração de jovens cientistas africanos, pequenos empresários, empresários e líderes cívicos, que estão a tentar encontrar soluções reais para os difíceis problemas africanos. A Secretária discutirá ainda formas de promover a boa governação regional, fazendo parcerias com líderes regionais para eliminarem e evitarem o conflito e a violência, inclusive a violência com base no género, desgastes democráticos e ameaças transnacionais que desafiam a África. A Secretária também se encontrará com o Presidente Sheikh Sharif Ahmed, Presidente do Governo Federal Provisório da Somália. Essa reunião terá lugar em Nairobi, Quénia.
Permitam-me falar um pouco acerca dos sete países e do programa da Secretária nesses países. No Quénia, como já mencionei, ela participará no Fórum AGOA, discursando na cerimónia ministerial de abertura. Também tenciona, enquanto estiver no Quénia, encontrar-se com o Presidente Kibaki e o Primeiro Ministro Raila Odinga. Ela encorajará ambos os líderes a prosseguirem com os seus esforços para rever a constituição do país e evitar um retorno ao tipo de violência que eclodiu nesse país em Janeiro e Fevereiro de 2007, na sequência de eleições presidenciais muito difíceis e com falhas.
Do Quénia, a Secretária irá par a África do Sul onde terá a oportunidade de se encontrar com os líderes do novo governo sul-africano. Terá um encontro com o Presidente Jacob Zuma e também com o novo Ministro dos Negócios Estrangeiros da África do Sul, o Embaixador Mashabane. Isso irá dar-nos a oportunidade de conversar com os líderes sul-africanos sobre questões como o Zimbabué e o VIH/SIDA. Os Estados Unidos e a África do Sul têm muito em comum. A Secretária utilizará isto para reforçar uma relação importante na África do Sul, com um país que é o motor do crescimento dessa região.
Da África do Sul a Secretária irá para Angola. Angola é um dos maiores produtores de energia na África Subsariana e um importante fornecedor tanto de petróleo como LNG ao mercado americano. A Secretária encontrar-se-á com o Presidente Dos Santos e renovará os seus contactos com o Ministro dos Negócios Estrangeiros de Angola, com quem se encontrou em Washington há cerca de um mês. É o desejo de reforçar essa relação com um dos países emergentes da África Austral, um país que possui um enorme potencial económico.
De Angola a Secretária passará à República Democrática do Congo. No Congo, fará duas paragens. Irá primeiro a Kinshasa e depois continuará no dia seguinte para Goma na região oriental. Tenciona encontrar-se com o Presidente Kabila e o Ministro dos Negócios Estrangeiros congolês. Durante essa visita, a Secretária quer dar uma importância particular à violência sexual e com base no género que está a acontecer no Congo oriental.
Como muitos de vocês sabem, o Congo oriental tem sido destruído por conflitos civis, muitos conflitos desde 1994, 1995, sobretudo como resultado da deslocação dos que cometeram genocídio do Ruanda para o Congo oriental. A Secretária está profundamente preocupada com a violência com base no género, que está a acontecer no Congo oriental, e irá sublinhar o empenho da América em tentar pôr cobro a esta violência com base no género e reunir-se com algumas das suas vítimas.
Nós também – a Secretária tenciona também incentivar e pressionar o governo do Congo e a MONUC, a força de manutenção da paz das NU, a tomarem uma posição muito mais agressiva contra a violência com base no género. A Secretária incentivará igualmente o governo congolês a continuar os seus progressos democráticos, a tomar medidas de combate à corrupção e a melhorar a gestão fiscal para que os recursos do país sejam utilizados para o desenvolvimento.
Do Congo, a Secretária partirá para Abuja, Nigéria. A Nigéria é provavelmente o país mais importante na África Subsariana: 140 milhões de pessoas, 75 milhões das quais são muçulmanas. É também uma fonte importante de importações de petróleo para os Estados Unidos. Fornece aproximadamente 8% do petróleo da América e é o maior fornecedor do nosso (imperceptível) sweet crude. A Nigéria tem também contribuído muito para a estabilidade e manutenção da paz na África Ocidental.
A Secretária discutirá com o governo nigeriano uma série de questões, incluindo a segurança na África Ocidental, a necessidade de se continuar a avançar no reforço da democracia, enfrentando e corrupção e também promovendo um desenvolvimento económico mais forte.
Da Nigéria a Secretária passará à Libéria. A Libéria é historicamente uma das nossas relações mais importantes em África. A Secretária deseja reafirmar o apoio americano à Presidente Ellen Johnson Sirleaf, a única mulher presidente africana. A Libéria, antes de Ellen Johnson Sirleaf se tornar presidente, enfrentou 20 anos de conflito intermitente e muito violento. A Secretária quer usar esta visita para mostrar e demonstrar o apoio dos EUA aos progressos democráticos na Libéria, apoiar e reafirmar o empenhamento dos EUA na área da ajuda ao desenvolvimento e na reforma do sector da segurança.
E a última paragem do Presidente será em Cabo Verde.
PERGUNTA: Do Presidente?
EMBAIXADOR CARSON: Desculpem, da Secretária
PERGUNTA: Quase
PERGUNTA: Quase. (Risos).
EMBAIXADOR CARSON: Esse pode ter sido um lapso Freudiano. Mas a viagem da Secretária terminará em Cabo Verde. Cabo Verde é uma história de sucesso africana. É um país governado democraticamente, bem gerido e um país que tem utilizado a ajuda económica que recebeu dos Estados Unidos, incluindo uma grande subvenção da Corporação para o Desafio do Milénio, extraordinariamente bem. A viagem reafirmará a nossa amizade com Cabo Verde.
Fico por aqui, sem lapsos Freudianos e responderei a algumas perguntas.
PERGUNTA: Matt Lee da Associated Press. Queria perguntar acerca do encontro com o Presidente Somali em Nairobi e o que administração considera certo agora e como vai tratar disto. O Embaixador Rice esteve em Hill ontem e proferiu palavras muito fortes acerca da Eritreia e avisou a Eritreia sobre o papel que está a desempenhar na Somália.
Mas estou apenas a perguntar como acham agora que devem lidar com isto. Estão a considerar o envio de mais armamento e equipamento militar e dar mais treino aos somalis?
EMBAIXADOR CARSON: Os Estados Unidos apoiam firmemente o processo de Djibouti, o Governo Federal Provisório e o governo de Sheikh Sharif. Pensamos que este governo, que tem o apoio do IGAD, que é uma organização regional, bem como da UA, oferece a melhor possibilidade de se restaurar a estabilidade no sul da Somália, que tem sido perturbada nos últimos 20 anos por enorme violência e conflito civil.
Pensamos que o problema no sul da Somália começou a propagar-se a nível regional e internacional. Vemos o vizinho Quénia, a sul, com cerca de 270.000 refugiados no campo de Dadaab, cinco a sei mil somalis a fugir pela fronteira, todos os meses, para o Quénia, colocando uma pressão enorme na infra-estrutura desse país e também nas NU.
Principalmente na cena internacional vimos surgir a pirataria como uma questão importante, em grande medida devido à instabilidade contínua na Somália. Pensamos que o apoio de Sheikh Sharif e do seu governo oferece uma oportunidade de se conseguir restaurar alguma estabilidade, combater o extremismo islâmico somali de al-Shabaab e Hizbul Islam, os dois grupos que estão a lutar contra eles.
Sim, estamos preparados para conceder ajuda adicional ao governo provisório. Sim, estamos preparados para continuar a apoiar a AMISOM, que tem tropas ugandesas e burundesas no terreno. E sim, estamos preparados para trabalhar com os países do IGAD e a UA a fim de encontrar soluções para o problema da Somália. E sim, acreditamos que o governo da Eritreia não desempenhou um papel positivo para ajudar a resolver o problema.
A Somália é um lugar onde tem havido instigadores. Esperamos que parem e desistam de apoiar al-Shabaab, que não permitam que o seu país seja utilizado como um refúgio ou um meio ou veículo para o trânsito de pessoas, armas ou dinheiro para as mãos de extremistas na Somália.
Têm uma oportunidade de desempenhar um papel positivo na região. Esperamos que o façam. Penso que o Embaixador Rice deixou bastante clara a nossa posição. O tempo está a esgotar-se para a Eritreia. Esta não é apenas uma opinião dos Estados Unidos; é uma opinião do IGAD, é uma opinião da União Africana.
PERGUNTA: Em termos específicos e de ajuda, espera que seja anunciado algo de novo em termos de…
EMBAIXADOR CARSON: Penso que não. Esta reunião entre a Secretária e Sheikh Sharif dará à Secretária a sua primeira oportunidade de se encontrar com o Presidente Sharif e esperamos que ele lhe diga como vê a situação no terreno.
PERGUNTA: Sue Pleming da Reuters. Disse que, em parte, a razão para a Secretária e o Presidente irem para África tão cedo era mostrar que a África é uma prioridade da política externa. Como é que vão conseguir fazer isso quando a Administração Obama tem tantas outras prioridades da política externa, por exemplo, o Iraque, o Afeganistão, como sabe, o Médio Oriente, o Irão e a Coreia do Norte? O que tencionam fazer para tornar a África uma prioridade da política externa? Vão procurar mais investimento? O continente africano, em geral, é bastante pessimista acerca das promessas feitas pelos EUA e não cumpridas.
EMBAIXADOR CARSON: A administração está empenhada em África. A administração é capaz de tratar de múltiplas questões de política externa ao mesmo tempo. Penso que isso será demonstrado não só pela presença de altos responsáveis americanos que visitam o continente, penso que verá isso em termos de apoio a iniciativas antigas que continuam válidas, mas também em novas iniciativas que a administração está empenhada em fazer avançar. Uma dessas iniciativas que está a começar a ser implementada é na área da segurança alimentar. A administração fez disso uma grande prioridade. Ela falará muito sobre isso em África, no Quénia, e em vários outros países. O Presidente falou da necessidade da ajudar a África a lidar com a crise agrícola e respectivas preocupações. Foi um ponto importante da principal iniciativa na reunião do G-20 em L’Aquila, há cerca de três semanas. Nós sabemos que a agricultura continua a ser uma peça central do tecido económico em África. Cerca de 70% de todas as famílias africanas dependem a nível primário ou secundário da agricultura para a sua subsistência. É um assunto que merece atenção, sobretudo porque a revolução verde, que ajudou a transformar grande parte da Ásia e da América Latina, ainda não chegou a África.
Esta iniciativa tem como objectivo ajudar a África a resolver a crise alimentar e os seus desafios e ajudar a estimular uma maior produtividade agrícola e o agro-negócio. A administração pode tratar de múltiplas questões de política externa e está decidida a fazê-lo. Com seis meses, a nova administração teve um arranque mais rápido do que qualquer outra administração com relação ao seu enfoque e interesse por África, enfrentando desafios e esperando trabalhar com os países africanos a fim de criar oportunidades para maiores progressos económicos e desenvolvimento.
SR. WOOD: Pessoal, só temos tempo para mais uma pergunta. O Secretário Assistente Carson tem que ir para outra reunião. Só uma pergunta rápida.
EMBAIXADOR CARSON: Okay, só mais uma.
PERGUNTA: Falou durante 20 minutos. Há muita coisa; são sete países.
PERGUNTA: São muitos países.
PERGUNTA: Sim, é uma viagem de 11 dias e sete países. Não creio que possamos…
SR. WOOD: Teremos muito tempo para falar sobre isso.
EMBAIXADOR CARSON: E espero que muitos de vocês se juntem à Secretária na sua viagem. (Risos).
PERGUNTA: Posso perguntar…
EMBAIXADOR CARSON: Perfeitamente, perfeitamente, tudo bem. Não tenho nada contra a imprensa, só não gosto de ser citado por ela.
(Risos).
EMBAIXADOR CARSON: Sim senhor.
PERGUNTA: Serei breve. Sean Tannen da AFP. Estava a pensar se, acerca do Zimbabué, até que ponto isso interferirá na viagem, (imperceptível) conversas com os sul-africanos e outros países. A viagem pode ser algum tipo de nova iniciativa para o Zimbabué, a administração Obama chegou a muitas partes do mundo, por exemplo, Cuba, Irão. Poderia ser este o momento de tentar algo de novo ou será uma continuação das políticas que tentam isolar ainda mais o governo de Mugabe?
EMBAIXADOR CARSON: A Secretária tenciona certamente conversar acerca do Zimbabué com os líderes na África do Sul. Procuraremos conhecer as suas opiniões e como vêem a situação a evoluir, incentivaremos a África do Sul, como principal líder da SADC, a continuar a pressionar o governo de Robert Mugabe para que este implemente totalmente o acordo político geral que assinou com o primeiro ministro Morgan Tsvangirai. Também procuraremos trabalhar com a África do Sul e os países da região para assegurar que o acordo seja totalmente implementado e que esse país consiga voltar a um regime democrático e o seu povo tenha as mesmas oportunidades de progressos económicos.
Tentámos conversar com o governo do Zimbabué. Nas últimas três semanas eu próprio encontrei-me com o vice-presidente do Zimbabué. Também me encontrei com o Presidente Robert Mugabe – penso que é a primeira vez que um responsável americano fez isso em muitos anos – de novo tentando incentivar a reforma, o cumprimento do acordo, melhores direitos humanos. E continuaremos a fazê-lo. O meu encontro foi um pouco difícil, mas continuaremos a tentar fazer progressos.
PERGUNTA: Desculpe, apenas…
EMBAIXADOR CARSON: Sim.
PERGUNTA: Janine Zacharia de Bloomberg. Uma realmente rápida sobre países produtores
de petróleo que vão visitar; poderia ser um pouco mais específico sobre o que ela procura na Nigéria e em Angola, para além de reformas? Quero dizer, obviamente que as eleições na Nigéria foram um desastre. O que é que ela quer concretamente dos países produtores de energia? E se puder falar da China; é a potencial rivalidade entre este dois países que faz com que ela lá vá?
EMBAIXADOR CARSON: Não. A Secretária vai lá porque temos grandes interesses políticos, económicos e em hidrocarbonetos nesses países. Na Nigéria as companhias petrolíferas americanas desempenham um papel significativo tanto no investimento como na produção.
O investimento americano na Nigéria na produção de petróleo e em serviços é bastante superior a $15 mil milhões. Somos um dos principais compradores do petróleo sul-africano, perdão, nigeriano. Pensamos que é importante discutir com a Nigéria uma série de questões. Queremos ter uma boa relação com eles em termos de energia. Estamos interessados em vê-los a continuar a desempenhar um papel regional positivo, incluindo o fornecimento de forças de manutenção da paz para áreas chave de conflito. Também acreditamos que é importante para eles tratarem de algumas das suas questões internas.
Gostaríamos de ver mais melhorias no desempenho eleitoral e reforço, o que ajudará a fortalecer a sua democracia.
Também gostaríamos que tratassem de questões de corrupção e transparência. Quando não há transparência e quando há muita corrupção, o ambiente de negócios torna-se extremamente difícil. Julgo que o Presidente realçou este ponto no seu discurso no parlamento em Accra, Gana. Se tivermos na verdade governação democrática, respeito pelo estado de direito, é mais fácil atrair oportunidades de negócio e investimento porque as pessoas têm a certeza de que serão tratadas correctamente. São todas estas questões.
A Secretária vai porque temos interesse em trabalhar com Angola e com a Nigéria no reforço da nossa relação com dois países importantes, dois países produtores de petróleo no continente, trabalhar com eles em questões sobre o ambiente mundial e a comunidade, que são tão importantes para eles como para nós. A nossa presença não tem nada a ver com as operações de outros no continente. A referência aos nossos colegas da Ásia é um paradigma da Guerra Fria e não daquilo que somos hoje.
PERGUNTA: Os chineses não estão a fazer muita pressão sobre esses países em termos de governação. Não estão a dar aulas aos africanos sobre isso como os EUA fazem, essa é a opinião de alguns.
EMBAIXADOR CARSON: Espero que os Estados Unidos não estejam a dar aulas a ninguém, mas na verdade a ter discussões e diálogos diplomáticos respeitosos e que sejam mutuamente benéficos e importantes para os Estados Unidos e os países com que tratamos. Julgo que é importante respeitar os governos e líderes africanos, trabalhar com eles para resolver os problemas e desafios que tiverem e conseguir interagir a esse nível.
Temos encorajado e devemos encorajar os países, onde quer que estejam a fazer a mesma coisa. Se os países não dão atenção aos direitos humanos das crianças soldado, à má governação, má gestão, devemos falar com esses governos para incentivá-los a fazer o que está certo, que é certo não só para eles, mas também para os países que lidam com eles.
SR. WOOD: Okay. Muito obrigado a todos.